vai ganhando terreno, a todos, todos os dias, todos os anos…”na discontra”
Chega a impressionar o modo como a maioria dos nossos dirigentes político-partidários, nas situações e nas oposições, se digladiam entre si sobre quem fez, está fazendo ou poderá fazer o pior para este país, tanto com as respectivas propostas como com os próprios actos de liderança e governação. Certamente, muitos andam nesse agito com a mais profunda convicção de que, mais do que a bondade das suas próprias propostas, é preciso evitar, a todo o custo, que as propostas do outro e o próprio outro subsistam. Este “oposicionismo” mútuo, muitas vezes, é feito em tons e posições extremos, radicais até, do alto ao (e com o) mais baixo nível.
Mas será que a maior oposição dos nossos partidos políticos e de cada um de nós que, de facto, almeja ver e quer contribuir para fazer este Cabo Verde um lugar cada vez mais digno de estar e viver, está mesmo do outro lado das barricadas político-partidárias?
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Só um Homem Cabo-verdiano, muito melhor, pode resolver os muitos problemas do nosso país!
"Be the change you want to see in the world.” 3
Mohandas K Gandhi (1869 – 1948)
Qual é o cabo-verdiano que, uma vez ou outra – para não dizer quase sempre -, já não tenha pensado e dito que, apesar de muitos avanços, a “vida[1]”, por estas paragens, está cada vez mais complicada e, em consequência, tenha responsabilizado, quase sempre exclusivamente, o Estado, os governantes, os políticos e afins, as cooperações e até as igrejas e as religiões pelo facto?Mohandas K Gandhi (1869 – 1948)
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